18 fevereiro 2006

LEONARDO PROTA: um grande cérebro num cemitério de almas e num campo de concentração para a ciência



A amizade entre mim e Dr. Leonardo Prota, um grande mestre, começou quando ele, carinhosamente, decidiu publicar meu primeiro livro, “A Travessia do Infinito”, no final de 2004. Na coordenação de Comunicação Social, em Apucarana, tive a grata surpresa e a insofismável honra de tê-lo tido meu diretor, meu confidente, meu amigo. Dr. Leonardo sempre acreditou em mim, sem concessões: quando isso era muito fácil e, principalmente, quando isso parecia ser difícil aos olhos de quem quer que fosse. O apoio incondicional de Dr. Leonardo a mim, sendo meu parceiro de críticas à instituição e de indignação diante dos rumos de uma “administração de cozinha” que por lá se perfazia, foi fundamental para que eu pudesse reunir, em meu coração e no seio de minha família, forças para superar um semestre tão ruim, cheio de difíceis e, a meu ver, é claro, injustas provações. A amizade entre mim e Dr. Leonardo Prota seguirá por toda a eternidade, tenho certeza. Até porque a ele prometi realizar, num futuro longínquo, espero, a Fundação Leonardo Prota, em Londrina. Homens como ele necessitam disso. Será o mínimo que eu e toda a vida universitária de Londrina e do norte do Paraná poderemos fazer. E olhe que entre nós, um jovem socialista e um “velho” liberal, as diferenças ideológicas deveriam provocar tão-somente afastamento e desentendimento. Mas, felizmente, não é o que acontece. FELIZMENTE. Só espero que ele viva mais 100 anos para que essa Fundação realmente demore muito a acontecer...