09 janeiro 2013

A gente

Entre mim e o João Gabriel existe uma relação quase indescritível, um sentimento oceânico bem maior que os sete mares. Somos um do outro, um no outro, numa síntese para lá de dialética.


Rindo, a gente aprendeu
que o amor é feito
de gargalhadas.

Amando , a gente descobriu
que só faz sentido
a vida que sorri,
tira uma onda,
de tudo,
dos dias,
dos casos,
da gente,
por que não?

A gente faz do tempo
uma toca de diversão.
Tem um pouco do mundo
no jeito de a gente brincar:
tem bola, tem carta,
tem desenho, tem figurinha...
Mas o que não falta nunca,
nunca jamais,
é a certeza de que a gente
não vai parar,
nem que o mundo acabe.

A gente está muito junto nisso,
pelo sim,
pelo sim também.
“Não” não tem, não!

Fazendo história e arte
(muito mais arte, é claro),
a gente segue firme,
colorindo mapas,
pingando os “is” e
atrasando o tempo.

Para a gente
blecautes não existem:
a única coisa que há
é o amor,
daquele tipo que é
puro jeito de aprender,
sorrir,
brincar,
até quando o assunto é sério.